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nº17 - 17 de Outubro de 2010
informebrletras@gmail.com Webjornal enviado por email
para 180.000 leitores cadastrados na CBJE | Ver edição anterior |
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Panorama Literário Brasileiro / Edição 2010
As melhores POESIAS de 2010
(Publicado pelo 7º ano consecutivo)
Os melhores CONTOS de 2010
(Publicado pelo 2º ano consecutivo)
Saíram as listas das obras e autores selecionados para as Edições 2010 do Panorama Literário Brasileiro, da CBJE. Clique nas capinhas para ver quem foi selecionado.
Neste ano de 2010, o processo seletivo considerou todas as obras inscritas nas nossas seletivas no período Outubro2009 / Setembro2010, num total de 53.000. Destas, cerca de 2.400 foram publicadas nas nossas antologias.
Com as Edições 2010, a CBJE consolida ainda mais o objetivo de fazer fazer do PLB uma fonte definitiva de referência da arte poética contemporânea.
Parabéns aos selecionados!!!
Autores Selecionados
Poesias selecionadas Contos selecionados
Abraão Leite Sampaio
Governador Valadares / MG
Ela - tornando-se primeiro pronome
Adalberto Caldas Marques
Rio de Janeiro / RJ
Pinga
Adeilton Oliveira de Queiroz
Gama / DF
Aprendizagens maravilhosas do coração maçã
Adrianna Alberti
Campo Grande / MS
Platônico
Adriana Espineli Simon da Fonseca
São Paulo / SP
A força da vida
Airton Souza
Marabá / PA
Migração
Alaor Pedroso Netto
Miguelópolis / SP
Nova ortografia
Aline Christine de Souza Silva
João Pessoa / PB
A dúvida do sentir
Amalri Nascimento
Rio de Janeiro / RJ
Curta história
Amanda Ruivo Mello
Belém / PA
Gosto de sonhar
Angela Regina Ramalho Xavier
Maringá / PR
Toca-me
Angélica Matos Ferreira
Guapimirim / RJ
Tão covarde e traidor
Anna Karina Kaminski
Curitiba / PR
Recado
Antonio Lycério Pompeo de Barros
Brasília / DF
Podes partir
Aparecido Donizetti Hernandez
Itapevi / SP
Riacho
Bernadete Florentina de Lara
Cuiabá / MT
Tributo ao meu pai
Branca Rodrigues Vanacor
Brasília / DF
Em vão
Cácio Santiago
Frederico Westphalen / RS
A palavra e o som
Carmelinda Bampi
Porto Alegre / RS
Desejo
Cássio Andrade Fonseca
Três Corações / MG
Companheira
César Menezes Porto
Fortaleza / CE
Da violência ao espetáculo da hipocrisia
Cyelle Carmem Vasconcelos Pereira
João Pessoa / PB
Espaços vagos
Chrystianne Goulart Ivanóski
Florianópolis / SC
Urbanidade
Clarissa Fae
São Paulo / SP
Rubra rosa
Cláudio de Almeida
São Paulo / SP
Vida expressa
Cristiane d´Eça
Salvador / BA
Soneto anima azul
Cristina Jordano
Valença / RJ
Rabiscos voláteis
Daez Savó
Monte Sião / MG
Quero-te
David Edson de Camargo Junior
Votorantim / SP
Ser absoluto
Denise Muller Garateguy
Montenegro/ RS
Solidão
Djanira Felipe de Oliveira
Rio de Janeiro/ RJ
Na cadência da cidade
Ediloy Ferraro
São Paulo / SP
Eternidade
Edilson Nascimento Leão
Urandi / BA
A liberdade
Edir Pina de Barros
Brasília / DF
Alma prisioneira
Edmilson Soares dos Anjos
São Paulo / SP
Deus meus et omnia
Eduardo Macário Melo da Costa
Fortaleza / CE
Semáforo
Elaine Carelli
São Caetano do Sul / SP
Poema sem título
Eliete Narciza Musetti
Jaú / SP
Tempestade emocional
Elizabeth Maria Chemin Bodanese
Pato Branco / PR
Apenas metáforas? Metonímias?
Eritânia Castro Machado de Sousa Brunoro
Rio Branco / AC
Nos braços da noite
Eulália Cristina Costa e Costa
São Luís / MA
A magia do amor
Eulina Moutinho
Rio de Janeiro / RJ
Um trem de vida
Fabiana Cristina Ventura
Botucatu / SP
Seca impensável
Flávia Assaife Campos de Almeida
Rio de Janeiro / RJ
(In) Versos verso Versos
Francisco Mateus Conceição
Ijuí / RS
Intratempo
Gilmar de Souza Queiroz
São Paulo / SP
Nesta data querida
Gisela Rodriguez
Porto Alegre / RS
Ninho das águias
Graciana David de Meneses Cordeiro
Fortaleza / CE
A magia das mãos
Helen de Rose
Sorocaba / SP
Quero viver no sabor do teu beijo
Helena Maria da Silva Matos Ferreira
Guapimirim / RJ
Restauração
Iara Clarice Sabino Alves
Guaramirim / SC
Como nasce um poema
Ilda Maria Costa Brasil
Porto Alegre / RS
São palavras que machucam
Ismar Carpenter Becker
Rio de Janeiro / RJ
Bocas
Jadson Simões
Aracaju / SE
Sertanejo
Jerre Adriano Ferreira Santos
Cândido Sales / BA
Sertão de lágrimas
João Francisco Lins Maciel Borges
Belém / PA
Morte, não és nada!
Joanes da Silva Lessa
São Paulo / SP
Fumaças
João Freitas Filho
Teresina / PI
Caminhão de lenha
Joel do Carmo Ferreira
Andradas / MG
Alma marginal
Joel Ribeiro do Prado
São Paulo / SP
A criação da mulher
José Faria Nunes
Caçu / GO
Desamor
José Luiz da Luz
Ponta Grossa / PR
Boa semente
José Wilmar Pereira
Itajaí / SC
Por fim, minha alma gêmea
Joseane Teixeira Viana
Candói / PR
Meus versos
Ju Couto
Santos / SP
Gota de orvalho
Julio Cesar Bridon dos Santos
Gaspar / SC
Paredes escuras
Juarez Francisco da Costa
S. J. Vale do Rio Preto / RJ
Incompletude
Lázaro Jesus de Macedo
São Francisco de Paula / RS
Cotas
Lais Maria Muller Moreira
Mafra / SC
Perdedor
Letícia Faria Conde
Bauru / SP
Efêmeras euforias
Lílian Saeko Taba
Brasília / DF
Origami
Lourdes Neves Cúrcio
Barra Mansa / RJ
Gaivota
Lucélio Garcia
Rio de Janeiro / RJ
Cinco minutos
Lucia Celeste Vasconcelos Barbetta
Rio de Janeiro / RJ
O caso
Lúcia de Fátima Guedes de Lima Bravo
Fortaleza / CE
Prostituição
Lucia Venturini Victorio
Cotia / SP
O sol
Luzia Magalhães Cardoso
Rio de Janeiro / RJ
Bonequinha
Magali Queiroz
Uberaba / MG
Encontro
Mamede Gilford de Meneses
Itapipoca / CE
Sou indefensável
Márcio Menezes Porto
Fortaleza / CE
Só mãe
Marco Antonio Rocha de Moraes
Rio de Janeiro / RJ
Gratidão
Maria Elizabeth Gomes Campos
São Paulo / SP
Poetizar
Maria José Zanini Tauil
Rio de Janeiro / RJ
Lembratomas
Maria Olina Cardoso Feijó
Pelotas / RS
Máscara
Maria Auxiliadora Dias da Silva
Belo Horizonte / MG
Papel e caneta, urgente!
Maria do Carmo Marques Ramos
Tatuí / SP
Baila o amor em minha alma
Marilena Chigueko Taba Watanabe
Brasília / DF
Prece da chuva
Marlene Edir Severino de Castro
Itajaí / SC
Como a Esfinge
Martha de Bethânia Mendes Barbosa
Carnaíba / PE
FlorEssências
Mauren Iara Nascimento de Almeida
Sobradinho / DF
Eu vento, você no pensamento
Melchiades Montenegro Filho
Recife / PE
O amor
Messias Vilela
Poços de Caldas / MG
Signos
Miriam Azevedo Hernandez Perez
Rio de Janeiro / RJ
Família moderna
Nena Medeiros
Brasília / DF
Cantiga para a Lua Cheia
Nêodo Ambrósio de Castro
Vila Velha / ES
Amor e cheiro de mato
Neri França Fornari Bocchese
Pato Branco / PR
Mulher
Neusa Maria Travi Madsen
Lajeado / RS
Procura
Ney Chagas Pompeu
Rio de Janeiro / RJ
Pedinte
Odete Rodrigues
Pirajuí / SP
Espelho
Odyla Paiva
Rio de Janeiro / RJ
Máscaras
Olga Chaves de Melo Futada
São Paulo / SP
Filho
Oneide Chaves de Melo
São Bernardo do Campo / SP
O grito no silêncio
Oséias Santos de Oliveira
Santa Rosa / RS
Sentimentos
Paulino José Pereira de Lima
Santa Luzia / MG
Perfeita paixão
Regis Paiva
São Paulo / SP
Garimpo do amor
Rodrigo Bernardes Ribeiro da Costa
Brasília / DF
Elegia à certeza
Rodrigo Cézar Limeira
Patos / PB
Meu sofrimento
Rosilene Fontana
Criciúma / SC
Que saibam todos os ventos
Rosimeire Aparecida de Sousa
Martinópolis / SP
Amigo (i) real
Rozelene Furtado de Lima
Teresópolis / RJ
Página 849
Rubens Alves Ferreira
Taguatinga / DF
Arena
Rubo Medina
Belo Horizonte / MG
A vida me fez assim
Samuel Antunes dos Santos
Ponta Grossa / PR
Humanos
Sérgio da Silva Teixeira
Bagé / RS
Overdose
Sergio Tavares
Rio de Janeiro / RJ
Fim de poema
Silvia Ferreira Lima
São Paulo / SP
Conto histórias
Teresa Cristina Cerqueira de Sousa
Piracuruca / PI
Gente grande
Tereza Magalhães
Rio de Janeiro / RJ
Do jeito que te beijo
Thiago Fonseca
São Paulo / SP
Abstrato
Valdirene de Assunção Pereira
Caçapava do Sul / RS
Ofereço flores para você
Valmari Santos Nogueira
Salvador / BA
Ode a uma cinquentona
Vander Artur de Lima
Rio de Janeiro / RJ
Visão
Verônica Vincenza
Águas Claras / DF
Caminhada
Vicência Maria Freitas Jaguaribe
Fortaleza / CE
Na dúvida pró réu
Victor Jerónimo
Lisboa / Portugal
O pequeno caçador do amor
Vilmar Wiedergrün
Santa Rosa / RS
Na rotina de você
Wesley Lyeverton Correia Ribeiro
Fortaleza / CE
Resistência escaldante
Wilson da Costa Jesus
Rio de Janeiro / RJ
Autorreflexão
Zuleide Valente
Santo André / SP
Obsessão
Adriana Espineli Simon da Fonseca
São Paulo / SP
No reino das palavras encantadas
Amalri Nascimento
Rio de Janeiro / RJ
Tragédia anunciada
Anderson Batista Eller
Bombinhas / SC
Só
Carlos Américo Kogl
São Roque / SP
O observatório
Chrystianne Goulart Ivanóski
Florianópolis / SC
A semente de Samuel
Clarissa Fae
São Paulo / SP
A invejosa
Cláudio de Almeida
São Paulo / SP
História sem cabeça
Cláudio Manoel N. Gonçalo da Silva
Salvador / BA
A verdadeira pedra filosofal
Danilo Bandeira dos Santos Cruz
Cândido Sales / BA
A eterna noiva
Écristio Raislan Bispo dos Santos
Rio Real / BA
Não chegue na hora marcada
Edilson Landim
Guarapari / ES
Mistérios
Edmar Souza Junior
Itajaí / SC
Madalena
Edmilson Soares dos Anjos
São Paulo / SP
O mendigo e o Grande Demônio
Eritânia Castro M. de Sousa Brunoro
Rio Branco / AC
A prata no prato
Fabio Alex Moraes
Sorocaba / SP
Fechado ao público
Flávia Assaife Campos de Almeida
Rio de Janeiro / RJ
A mulher ao lado
Helen de Rose
Sorocaba / SP
Quando nasce um escritor
Helena Maria da S. Matos Ferreira
Guapimirim / RJ
Para sempre?
Hélio Sena
Massapê / CE
Historinha
Hilda Curcio
Brasília / DF
Confissões (apenas aos cinquenta anos)
Iara Clarice Sabino Alves
Guaramirim / SC
A terapia onírica da roça
Isabel Cristina Silva Vargas
Pelotas / RS
Vírgulas
Isabel de Lourdes Duque Deodato
Ourinhos / SP
A culpa do livro
Joana Masen
Campinas / SP
Conto do ipê amarelo
João Carlos Tórtora
Petrópolis / RJ
Encontro de internet
João Francisco Lins Maciel Borges
Belém / PA
Foi o boto!
José Faria Nunes
Caçu / GO
A senha
Ju Couto
Santos / SP
Um presente para Dora
Julio Cesar Novaes Ferreira
Pindamonhangaba / SP
Anos de incerteza
Karla Matos Ferreira Tebaldi
Guapimirim / RJ
A menina que dormia no cesto de pão
Lais Maria Muller Moreira
Mafra / SC
Resignação
Lívia Porto Zocco
Ribeirão Preto / SP
O portal âmbar
Lourival da Silva Lopes
União / PI
Solidão desesperada
Marco Antonio Serafim de Carvalho
Niterói / RJ
A encomenda
Marco Hruschka
Maringá / PR
A tonalidade do uníssono
Maria José Zanini Tauil
Rio de Janeiro / RJ
Traição fatal
Marina Moreno Leite Gentile
Salvador / BA
Esquecida ao extremo
Melchiades Montenegro Filho
Recife / PE
Aceno real
Morgana Gazel
Salvador / BA
A Caipora e Joaninha
Neide Araujo Castilho Teno
Dourados / MS
Uma cena no aeroporto
Neiva Teresinha Paludo Chemin
Chapecó / SC
Aurora da vida
Nena Medeiros
Brasília / DF
É impossível comer um só
Ney Chagas Pompeu
Rio de Janeiro / RJ
Isq isq ererê
Olga Chaves de Melo Futada
São Paulo / SP
Um dia na praia
Paulo Roberto de Oliveira Caruso
Rio de Janeiro / RJ
Renascendo das cinzas
Paulo Victor da Costa Ribeiro
Rio de Janeiro / RJ
As irmãs
Rafael Ademir Oliveira de Andrade
Porto Velho / RO
Herança
Ricardo Steil
Itajaí / SC
Pequeno mosaico das neuroses
Rozelene Furtado de Lima
Teresópolis / RJ
O cão que adestrou um bem te vi
Sergio Tavares
Rio de Janeiro / RJ
Constatação
Sheilla Liz Cecconello
Curitiba / PR
Os nove
Teresa Cristina Cerqueira de Sousa
Piracuruca / PI
O pequeno feiticeiro
Thiago Fonseca
São Paulo / SP
O quarto das bonecas
Valéria Victorino Valle
Anápolis / GO
Laços
Vicência Maria Freitas Jaguaribe
Fortaleza / CE
Que fazer desses amores infantis?
Vicente Reckziegel
Estrela / RS
Noites tristes em cidades distantes
Zuleide Valente
Santo André / SP
Causa mortis
Sobre o processo seletivo: POESIAS
1 - O Conselho Editorial da CBJE selecionou 500 poemas e 250 contos dentre todos os inscritos nas nossas seletivas no período outubro 2009/setembro 2010 e submeteu-os à Comissão Permanente de Avaliação que atribuiu notas de 50 a 100 para cada obra. Cada autor só teve 01 poema inscrito neste processo, considerando-se, também aqui, o limite de linhas previsto no nosso regulamento.
Importante: Neste ano de 2010, o Conselho Editorial considerou, também, a opinião dos leitores das nossas Antologias on line, que puderam indicar pelo email panoramacbje@gmail.com (entre os dias 5 e 10 de Outubro) até 05 poesias e/ou até 03 contos, através de mensagem identificada. Todas as obras que tiveram um mínimo de 20 indicações, foram incluídas na lista dos selecionados pelo Conselho Editorial.
2 - Tal como nas edições anteriores o PLB, foram criados grupos de leitura, escolhidos a critério dos coordenadores previamente designados, e que atribuiram notas de 10 a 50 para cada poema, utilizando exclusivamente o critério de gosto pessoal.
Nota: As laudas distribuídas para votação continham apenas o poema/conto e um número identificador; os nomes dos autores foram omitidos para evitar qualquer tipo de influência no julgamento.
3 - Cada um dos poemas finalistas foi avaliado por 4 membros da Comissão de Avaliação e por mais 20 leitores (Grupos de Leitura), sem que qualquer jurado tivesse acesso às notas atribuídas pelos demais.
4 - Computados os totais, foram classificados para publicação deste ano aqueles que obtiveram as melhores pontuações. Sobre o processo seletivo: CONTOS
1 - O Conselho Editorial da CBJE selecionou 250 contos dentre todos os inscritos nas nossas seletivas no período outubro 2009/setembro 2010 e submeteu-os à Comissão Permanente de Avaliação que atribuiu notas de 50 a 100 para cada obra. Cada autor só teve 01 conto inscrito neste processo, considerando-se, também aqui, o limite de caracteres previstos no nosso regulamento.
Importante: Neste ano de 2010, o Conselho Editorial considerou, também, a opinião dos leitores das nossas Antologias on line, que puderam indicar pelo email panoramacbje@gmail.com (entre os dias 5 e 10 de Outubro) até 05 poesias e/ou até 03 contos, através de mensagem identificada. Todas as obras que tiveram um mínimo de 20 indicações, foram incluídas na lista dos selecionados pelo Conselho Editorial.
2 - Tal como nas edições anteriores do PLB, foram criados grupos de leitura, escolhidos a critério dos coordenadores previamente designados, e que atribuiram notas de 10 a 50 para cada conto, utilizando exclusivamente o critério de gosto pessoal.
Nota: As laudas distribuídas para votação continham apenas o poema/conto e um número identificador; os nomes dos autores foram omitidos para evitar qualquer tipo de influência no julgamento.
3 - Cada um dos contos finalistas foi avaliado por 4 membros da Comissão de Avaliação e por mais 20 leitores (Grupos de Leitura), sem que qualquer jurado tivesse acesso às notas atribuídas pelos demais.
4 - Computados os totais, foram classificados para publicação deste ano aqueles que obtiveram as melhores pontuações.
Comissão de avaliação:
Arteiro de Miranda - sociólogo e escritor
Arthur Henrique dos Santos - jornalista e escritor
Bruna Galla - jornalista
Carina Rodrigues - professora e tradutora
Fernanda Redon - pedagoga
Leo Martins - professor e crítico literário
Milena Patricia Ramos - advogada
Coordenadores dos grupos de leitura:
Alexandre Campos
Wagner Lazaro
Marlene Ribeiro
Rodrigo Tedesco
Fernando Dutra
Coordenação do Projeto:
Luiz Carlos Martins - Cons. Editorial da CBJE
Supervisão:
Gláucia Helena - Pres. Cons. Adm. da CBJE
Editor executivo:
Georges Luiz - Editor da CBJE
Especificações da obra:
Livro no formato 14x21cm - 146pp
Miolo em papel offset 75g
Capa em policromia, plastificada, com orelhas
Fino acabamento
Arte da capa: Viani Franco
sábado, 4 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Poesia publicada no livro "Grandes Poetas, Grandes Versos" - Edição Especial - Fevereiro de 2012
Abraão Leite Sampaio
Governador Valadares / MG
Pablo Neruda
Ao Tcheco Jan Neruda... tinha admiração eloquente.
De... Neftalí Basoalto oficializou-se “Pablo Neruda”.
Suas poesias deram brilho ao nome emprestado, tornando-o mais reluzente.
Andes e Pacífico estreitavam espaço, a “Este” que já não tinha limite para seu passo.
Eram “Elas” as palavras que o elevavam a púlpitos bem talhados,
sem arestas em nenhum dos ângulos e lados.
Donde as proferiam com maestria dando vida a soneto e poesia.
Os versos vinham-lhes em sintonias perfeitas,
Soavam como ecos de acordes musicais a percorrer seu longo e estreito país.
Encravado entre duas explosões de beleza da natureza,
Escoltado pelas imponentes montanhas andinas presenteadas por entidades divinas.
Época outra, onde o grito de liberdade era de extrema necessidade.
Empunhou a “arma” mais relevante nesta sua caminhada itinerante.
A “ haste delineadora”... rabiscaram versos que se espalharam pelo universo,
arma florida que feria sem agressão física evitando opressão que deixa “Nação” ferida.
Assim foi o homem que aspirava letras e expirava frases.
Grito alto sem estridência, evidenciando sabedoria e prudência.
Olhos que fingiam não vê-lo e ouvidos que o ignoravam,
renderam-se ao perceberem que não só os compatriotas o amavam.
Porque o galardão maior caiu em seus braços contemplando sua arte,
Veio o “Nobel”... que com mãos firmes o segurou.
Ciente que sem empunhar artefatos belicosos o mundo o consagrou.
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Governador Valadares / MG
Pablo Neruda
Ao Tcheco Jan Neruda... tinha admiração eloquente.
De... Neftalí Basoalto oficializou-se “Pablo Neruda”.
Suas poesias deram brilho ao nome emprestado, tornando-o mais reluzente.
Andes e Pacífico estreitavam espaço, a “Este” que já não tinha limite para seu passo.
Eram “Elas” as palavras que o elevavam a púlpitos bem talhados,
sem arestas em nenhum dos ângulos e lados.
Donde as proferiam com maestria dando vida a soneto e poesia.
Os versos vinham-lhes em sintonias perfeitas,
Soavam como ecos de acordes musicais a percorrer seu longo e estreito país.
Encravado entre duas explosões de beleza da natureza,
Escoltado pelas imponentes montanhas andinas presenteadas por entidades divinas.
Época outra, onde o grito de liberdade era de extrema necessidade.
Empunhou a “arma” mais relevante nesta sua caminhada itinerante.
A “ haste delineadora”... rabiscaram versos que se espalharam pelo universo,
arma florida que feria sem agressão física evitando opressão que deixa “Nação” ferida.
Assim foi o homem que aspirava letras e expirava frases.
Grito alto sem estridência, evidenciando sabedoria e prudência.
Olhos que fingiam não vê-lo e ouvidos que o ignoravam,
renderam-se ao perceberem que não só os compatriotas o amavam.
Porque o galardão maior caiu em seus braços contemplando sua arte,
Veio o “Nobel”... que com mãos firmes o segurou.
Ciente que sem empunhar artefatos belicosos o mundo o consagrou.
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quinta-feira, 3 de novembro de 2011
PROJETO DELICATTA NO "ITAÚ CULTURAL"
Ela: Tornando-se primeiro pronome.
Não... não é a terceira pessoa,
em defesa do amor assumo o risco do erro grosseiro.
Elevando-a ao primeiro degrau,
Pode... outros pronomes me tacharem de débil ao cair para terceiro.
Mas realizo-me deixando-a estar em primeiro plano,
afinal... ”Eu” deixo-a subir, e tu...
Obviamente sabendo que “Tu” es”Ela”,
concordarás ficar em lugar soberano.
Ao elevar-lhe, mostro-lhe o quão te amo,
Porque mexer em regras, chega a beirar-se o profano ,
cometendo com o idioma um ato desumano.
Crítica... não me aborrecerá nem me tocará,
A curiosidade e o recrear... é ver o adaptar-se,
dos verbos... agora buscar meios de como se posicionará.
Abraão Leite Sampaio .
Obra publicada nos livros abaixo, através de concursos literários.
Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos.
Volume 64.
IV Antologia do Beco dos Poetas
Patrocinio "Projeto Nacional de Apoio à Cultura" - PRONAC.
Madio Editorial - livro Encantos do Brasil.
Editora Guemanisse.
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Palavras sem Fronteiras
Poema selecionado por concurso literário para compor o livro
"Palavras sem fronteiras", que estará no estande do Brasil na
" Feria Internacional del Libro de Buenos Aires"
Maio de 2011.
ANTOLOGIA DELICATTA VI.
No Itaú Cultural.
Poemas:
Ela: Tornando-se primeiro pronome.
Ruelas do passado.
Não... não é a terceira pessoa,
em defesa do amor assumo o risco do erro grosseiro.
Elevando-a ao primeiro degrau,
Pode... outros pronomes me tacharem de débil ao cair para terceiro.
Mas realizo-me deixando-a estar em primeiro plano,
afinal... ”Eu” deixo-a subir, e tu...
Obviamente sabendo que “Tu” es”Ela”,
concordarás ficar em lugar soberano.
Ao elevar-lhe, mostro-lhe o quão te amo,
Porque mexer em regras, chega a beirar-se o profano ,
cometendo com o idioma um ato desumano.
Crítica... não me aborrecerá nem me tocará,
A curiosidade e o recrear... é ver o adaptar-se,
dos verbos... agora buscar meios de como se posicionará.
Abraão Leite Sampaio .
Obra publicada nos livros abaixo, através de concursos literários.
Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos.
Volume 64.
IV Antologia do Beco dos Poetas
Patrocinio "Projeto Nacional de Apoio à Cultura" - PRONAC.
Madio Editorial - livro Encantos do Brasil.
Editora Guemanisse.
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Palavras sem Fronteiras
Poema selecionado por concurso literário para compor o livro
"Palavras sem fronteiras", que estará no estande do Brasil na
" Feria Internacional del Libro de Buenos Aires"
Maio de 2011.
ANTOLOGIA DELICATTA VI.
No Itaú Cultural.
Poemas:
Ela: Tornando-se primeiro pronome.
Ruelas do passado.
PROJETO DELICATTA
Ruelas do passado.
Calçamento desnivelado... areia e pedras desencontradas.
Assim eram, margeadas de postes coroados de abajures,
luzes amareladas... noites turvadas contrastando com as atuais iluminadas.
Liberdade sem medo havia seriedade no educar da infância à puberdade.
Alinhamento sem gabarito, pois ignoravam o "teodolito".
Jogos inocentes praticados nestes espaços desatados pelos então adolescentes
Eram puros, mesmos com fácil visão... das "estreitas",
pais e mães nos janelões a espreitas.
Pés ao natural... sem a vestimenta quotidiana atual.
Com este desvelar a agilidade aflorava, tornando-os mais ariscos,
libertando-os a saltitar, como a leveza dos irracionais em liberdade campal.
Hoje o descompasso é como bailado sem som adequado,
pureza distanciada daquela sociedade hierarquizada.
Já não mais alcançamos a paz anterior,
apagaram sem sentimentos e temor, os "ternos"... amor e pudor.
Foram-se aqueles iluminares enternecidos por onde o caminhar não produzia ruídos,
Perdeu espaço para estes passos... agora com os pés revestidos,
tirando-lhes o irmanar terra homem... porque "deixaram-se" e não mais querem se tocar.
Abraão Leite Sampaio.
Poema editado por concurso literário:
"Livro de Ouro da Poesia Brasileira Contemporânea"
Ano 2011".
Br Letras.
ANTOLOGIA DELICATTA VI.
No Itaú Cultural.
Poemas:
Ela: Tornando-se primeiro pronome.
Ruelas do passado.
Calçamento desnivelado... areia e pedras desencontradas.
Assim eram, margeadas de postes coroados de abajures,
luzes amareladas... noites turvadas contrastando com as atuais iluminadas.
Liberdade sem medo havia seriedade no educar da infância à puberdade.
Alinhamento sem gabarito, pois ignoravam o "teodolito".
Jogos inocentes praticados nestes espaços desatados pelos então adolescentes
Eram puros, mesmos com fácil visão... das "estreitas",
pais e mães nos janelões a espreitas.
Pés ao natural... sem a vestimenta quotidiana atual.
Com este desvelar a agilidade aflorava, tornando-os mais ariscos,
libertando-os a saltitar, como a leveza dos irracionais em liberdade campal.
Hoje o descompasso é como bailado sem som adequado,
pureza distanciada daquela sociedade hierarquizada.
Já não mais alcançamos a paz anterior,
apagaram sem sentimentos e temor, os "ternos"... amor e pudor.
Foram-se aqueles iluminares enternecidos por onde o caminhar não produzia ruídos,
Perdeu espaço para estes passos... agora com os pés revestidos,
tirando-lhes o irmanar terra homem... porque "deixaram-se" e não mais querem se tocar.
Abraão Leite Sampaio.
Poema editado por concurso literário:
"Livro de Ouro da Poesia Brasileira Contemporânea"
Ano 2011".
Br Letras.
ANTOLOGIA DELICATTA VI.
No Itaú Cultural.
Poemas:
Ela: Tornando-se primeiro pronome.
Ruelas do passado.
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Lançamento das Antologias Projeto Delicatta VI –
CONVITE
Meus Poemas:
Ela: Tornando-se primeiro pronome.
Ruelas do Passado.
Farão parte da Antologia abaixo.
DIA 14/11/2011 A PARTIR DAS 18 H0RAS.
ITAÚ CULTURAL - AVENIDA PAULISTA 146.
SÃO PAULO - SP.
ENTRADA FRANCA.
(LOTAÇÃO CONTROLADA).
DIA 15/11/2011 A PARTIR DAS 15 HORAS.
SARAIVA MEGA STORE SHOPPING CENTER NORTE.
TRAVESSA CASALBUONO, 120.
SÃO PAULO - SP.
Meus Poemas:
Ela: Tornando-se primeiro pronome.
Ruelas do Passado.
Farão parte da Antologia abaixo.
DIA 14/11/2011 A PARTIR DAS 18 H0RAS.
ITAÚ CULTURAL - AVENIDA PAULISTA 146.
SÃO PAULO - SP.
ENTRADA FRANCA.
(LOTAÇÃO CONTROLADA).
DIA 15/11/2011 A PARTIR DAS 15 HORAS.
SARAIVA MEGA STORE SHOPPING CENTER NORTE.
TRAVESSA CASALBUONO, 120.
SÃO PAULO - SP.
terça-feira, 11 de outubro de 2011
PANORAMA LITERÁRIO BRASILEIRO
POEMA PUBLICADO NO PANORAMA LITERÁRIO BRASILEIRO 2011/2012.
Coração impenetrável
Várias e inumeráveis vezes tentei.
Naquele peito majestoso me infiltrar,
como uma flecha pontiaguda meu desejo amoroso penetrar.
Distanciaste sempre, do amor calado e constante que demonstrei.
Teu olhar! Sempre com desvio deste sentimento seguro,
tateando com olhos cerrados... outros lados.
Talvez medo, de que nossas íris se conscientizassem deste amor puro,
e... então o entrelaçar de corações enamorados.
Porque fugiste da evidência,
que em encontros casuais.
Brotavam destas duas criaturas o mais alto fulgor distanciado-nos da carência,
explodindo em alegrias... como jorros de fontes em mananciais.
Foste a mais amada.
E como uma estrela cadente,
navalhaste este coração... sem piedade e razão.
Como a rispidez que ela traça sua linha cintilante, em céu brilhante.
Deixando-me lacrimejar, até que este corpo perca o equilíbrio.
Para reerguer-se... Agora apoiando-se na mente,
em busca de um entrelaçar-se, a outro coração que brilha como chama ardente.
ABRAÃO LEITE SAMPAIO.
Coração impenetrável
Várias e inumeráveis vezes tentei.
Naquele peito majestoso me infiltrar,
como uma flecha pontiaguda meu desejo amoroso penetrar.
Distanciaste sempre, do amor calado e constante que demonstrei.
Teu olhar! Sempre com desvio deste sentimento seguro,
tateando com olhos cerrados... outros lados.
Talvez medo, de que nossas íris se conscientizassem deste amor puro,
e... então o entrelaçar de corações enamorados.
Porque fugiste da evidência,
que em encontros casuais.
Brotavam destas duas criaturas o mais alto fulgor distanciado-nos da carência,
explodindo em alegrias... como jorros de fontes em mananciais.
Foste a mais amada.
E como uma estrela cadente,
navalhaste este coração... sem piedade e razão.
Como a rispidez que ela traça sua linha cintilante, em céu brilhante.
Deixando-me lacrimejar, até que este corpo perca o equilíbrio.
Para reerguer-se... Agora apoiando-se na mente,
em busca de um entrelaçar-se, a outro coração que brilha como chama ardente.
ABRAÃO LEITE SAMPAIO.
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Bienal do Rio de janeiro.
Poema “Palavras” na Bienal do Rio.
LIVRO:
‘Prêmio Literário – Valdeck Almeida de Jesus – de Poesia - 2010
Bienal do Livro 2011 no Rio de Janeiro.
Palavras.
Tem o poder... na transformação de um “Ser”,
portanto ao proferi-la... cuidado elevado.
Certificar que o recado terá um interlocutor a suportar,
quando são incisivas e duras pode até uma vida ceifar.
Pessoas que se posicionam aptas... na expressão verbal,
Conscientizem... Complexidades semânticas às vezes se contradizem.
Levando indutor e receptor sinonimizar amor com desamor,
vocábulos suaves, sempre se tolera mesmo que seja severo.
Envolver-se em sabedoria, antes de proferir palavrear indicando rumo a tomar.
Se fizeres no momento exato a quem necessita o alento,
terás o prazer e alegria de rever rosto brilhante, onde predominava apatia e desarmonia.
Vogais,consoantes,pontos e junções... resultam em verbos que trazem soluções.
Desde que venham como um soprar de sonhos que idealizamos realizar,
palavras bem colocadas... podem mudar direção de passo que tenciona outra dimensão.
Poema Publicado no livro 69. Através de concurso literário. Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos - Vol. 69
A Bienal do Livro Rio é um dos maiores eventos literários do país, um grande encontro que tem o livro como astro principal. Para os leitores, é a oportunidade de se aproximarem de seus autores favoritos, além de conhecerem muitos outros. Durante onze dias de evento, o Riocentro se torna um local de festa para a cultura, literatura e educação.
Nos espaços dedicados às atrações, o público participa de debates e bate-papos com personalidades culturais e de atividades recreativas que promovem a leitura. Atraente e diversificada, a Bienal do Livro Rio é diversão para toda a família.
O escritor baiano Valdeck Almeida de Jesus prepara uma festa que se realizará de 1° a 11 de setembro de 2011, no Rio Centro. O próprio autor, acompanhado de Carlos Souza, Cymar Gaivota, Renata Rimet e outros escritores da Bahia, chegam ao Rio para lançar livros entre os quais se encontra o livro “ Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus de Poesia 2010”, no qual tem o poema “PALAVRAS” de minha autoria.
A Bienal do Rio é esperada por escritores, livreiros, imprensa e a população de um modo geral. Será a oportunidade de muita gente ter contato com livros, cordelistas, poetas, cantadores e com o universo editorial mundial.
LIVRO:
‘Prêmio Literário – Valdeck Almeida de Jesus – de Poesia - 2010
Bienal do Livro 2011 no Rio de Janeiro.
Palavras.
Tem o poder... na transformação de um “Ser”,
portanto ao proferi-la... cuidado elevado.
Certificar que o recado terá um interlocutor a suportar,
quando são incisivas e duras pode até uma vida ceifar.
Pessoas que se posicionam aptas... na expressão verbal,
Conscientizem... Complexidades semânticas às vezes se contradizem.
Levando indutor e receptor sinonimizar amor com desamor,
vocábulos suaves, sempre se tolera mesmo que seja severo.
Envolver-se em sabedoria, antes de proferir palavrear indicando rumo a tomar.
Se fizeres no momento exato a quem necessita o alento,
terás o prazer e alegria de rever rosto brilhante, onde predominava apatia e desarmonia.
Vogais,consoantes,pontos e junções... resultam em verbos que trazem soluções.
Desde que venham como um soprar de sonhos que idealizamos realizar,
palavras bem colocadas... podem mudar direção de passo que tenciona outra dimensão.
Poema Publicado no livro 69. Através de concurso literário. Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos - Vol. 69
A Bienal do Livro Rio é um dos maiores eventos literários do país, um grande encontro que tem o livro como astro principal. Para os leitores, é a oportunidade de se aproximarem de seus autores favoritos, além de conhecerem muitos outros. Durante onze dias de evento, o Riocentro se torna um local de festa para a cultura, literatura e educação.
Nos espaços dedicados às atrações, o público participa de debates e bate-papos com personalidades culturais e de atividades recreativas que promovem a leitura. Atraente e diversificada, a Bienal do Livro Rio é diversão para toda a família.
O escritor baiano Valdeck Almeida de Jesus prepara uma festa que se realizará de 1° a 11 de setembro de 2011, no Rio Centro. O próprio autor, acompanhado de Carlos Souza, Cymar Gaivota, Renata Rimet e outros escritores da Bahia, chegam ao Rio para lançar livros entre os quais se encontra o livro “ Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus de Poesia 2010”, no qual tem o poema “PALAVRAS” de minha autoria.
A Bienal do Rio é esperada por escritores, livreiros, imprensa e a população de um modo geral. Será a oportunidade de muita gente ter contato com livros, cordelistas, poetas, cantadores e com o universo editorial mundial.
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